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Noruega

O presidente da República, Michel Temer, visitará a Noruega nos dias 22 e 23 de junho. Manterá encontros com o rei Harald V, com a primeira-ministra Erna Solberg e com o presidente do Parlamento, Olemic Thommessen, além de se reunir com representantes das principais empresas norueguesas. A visita visa a estreitar a parceria em matéria de comércio e investimentos; energia; meio ambiente; e ciência, tecnologia e inovação.

A Noruega é um dos principais parceiros do Brasil, sobretudo nos setores de petróleo e gás e da indústria naval. Das 150 empresas norueguesas presentes no Brasil, 75% atua na indústria de petróleo e gás e no setor marítimo.

A Noruega também é parceira relevante na área de meio ambiente e de desenvolvimento sustentável. Foi o primeiro doador do Fundo Amazônia e é responsável por seus principais aportes. Entre 2009 e 2016, aportou cerca de R$ 2,8 bilhões ao fundo.

Em 2016, o comércio bilateral alcançou US$ 1,3 bilhão, com exportações no valor de US$ 733 milhões e importações no montante de US$ 539 milhões. No ano passado, a Noruega foi o oitavo maior investidor no Brasil, com investimentos de US$ 2,1 bilhões.

China

Beijing, 21 fev (Xinhua) -- O comércio exterior da China reduziu sua tendência de queda em 2016 depois dos esforços do país em uma direção melhor para o seu modelo de desenvolvimento, disse o ministro do Comércio, Gao Hucheng, na terça-feira. Gao fez o comentário em uma coletiva de imprensa respondendo uma pergunta sobre os Estados Unidos, que substituiu a China como o maior país comercial do mundo. As importações e exportações da China chegaram a 24,3 trilhões de yuans (US$ 3,7 trilhões) em 2016, queda anual de 0,9%. O declínio baixou 6,1 pontos percentuais em comparação com 2015. O dado representou um déficit de US$ 20 bilhões em comparação com os Estados Unidos que está no primeiro lugar, e o ministro atribuiu o fato à flutuação das taxas de câmbio e preços de mercadorias internacionais. "A China continuou sendo o maior exportador mundial em 2016", disse, "mas o país não procura a expansão irracional das exportações que poderiam arruinar os recursos e o meio-ambiente do país". Em lugar de volume e velocidade, qualidade e eficiência estão recebendo prioridade como motores de crescimento do comércio exterior, e a época de desenvolvimento rápido baseado em custo baixo acabou, de acordo com Gao. O setor de exportação da China está conquistando novos avanços através da melhora de padrões, técnicas, marcas e serviços, que Gao qualificou como uma "transformação histórica". O comércio exterior do país enfrentará mais dificuldades e incerteza em 2017, mas se concentrará em seu próprio trabalho de aprofundamento da reforma no lado da oferta, fomento da nova competitividade e motor de crescimento, finalizou.